Economia Desenvolvimento
Rondônia é o Estado mais competitivo da Região Norte, segundo o CLP
Essa evolução coloca Rondônia à frente de concorrentes como Amazonas (17º), Tocantins (18º), Pará (25º), Acre (26º) e Amapá (27º), sendo o destaque regional em competitividade.
04/09/2025 17h24 Atualizada há 5 meses
Por: Redação Fonte: Ana Cláudia Barros

Rondônia se destaca no cenário nacional, de acordo com o Ranking de Competitividade dos Estados 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), apontou Rondônia como o Estado mais competitivo da região Norte. No ranking nacional, o Estado subiu da 17ª posição em 2024 para a 13ª em 2025, seu melhor desempenho desde o início da série histórica.

Essa evolução coloca Rondônia à frente de outros Estados como Amazonas (17º), Tocantins (18º), Pará (25º), Acre (26º) e Amapá (27º), sendo o destaque regional em competitividade.

Os pilares do ranking: o que são e por que importam

O ranking do CLP avalia 27 unidades federativas com base em 100 indicadores, distribuídos em dez pilares temáticos estratégicos:

Esses pilares cobrem áreas como governança, capital humano, bem-estar e ambiente econômico. Em 2025, os pilares com maior peso foram Segurança Pública (12,6 %), Sustentabilidade Social (11,7 %) e Educação (11,4 %), ressaltando o foco em proteção à população, equidade e formação.

A explicação técnica do ranking reafirma que o objetivo é traduzir dados em uma ferramenta simples, objetiva e útil para que gestores públicos identifiquem fortalezas e fragilidades e pautem a atuação governamental.

O que explica o salto de Rondônia?

Segundo o levantamento, Rondônia atingiu sua melhor posição histórica: 13ª colocação geral, com destaque regional. São sinais claros de avanço tanto na qualidade da gestão quanto na efetividade das políticas públicas.

O estado se destacou em:

Esses resultados indicam investimentos e políticas que melhoraram aspectos fundamentais da infraestrutura, inclusão social e governança.

Por que esse ranking é relevante?

  1. Medição objetiva da gestão pública: fornece um retrato sistemático sobre como cada estado transforma recursos em qualidade de vida

  2. Instrumento de transparência e cobrança: gestores, sociedade e investidores passam a ter base concreta para avaliar avanço ou retrocesso nas políticas públicas.

  3. Foco estratégico: revela onde os estados precisam melhorar — por exemplo, infraestrutura, educação, inovação ou segurança.

  4. Orientação para planos e investimentos: auxilia no desenho de políticas públicas e em decisões do setor privado por destacar pontos fortes e fracos de cada estado.